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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Senai abre 4.370 vagas para cursos técnicos

São oferecidas oportunidades em 32 cursos gratuitos em 44 cidades paulistas; inscrições vão até 6 de novembro



O Senai-SP abre inscrições para 32 cursos técnicos gratuitos em todo o Estado de São Paulo. São oferecidas 4.370 vagas em 62 escolas, espalhadas por 44 cidades paulistas.
Candidatos devem se inscrever entre 26 de outubro e 6 de novembro para a prova de seleção do Senai, marcada para 29 de novembro.

A taxa do exame sai por R$ 35 e é pré-requisito ter concluído o ensino médio. Quem quiser concorrer precisa apresentar documento de identidade e comprovante de conclusão do nível educacional no ato da inscrição.

O exame terá 60 questões de múltipla escolha, nas disciplinas de português, matemática e ciências da natureza (que incluem física, química e biologia).
O gabarito da prova sai no dia 30 de novembro e a lista de aprovados será divulgada em 21 de dezembro no site do Senai-SP (www.sp.senai.br).

No total, são 1.737 vagas para a capital paulista, 789 na Grande São Paulo e 1.844 no interior. As aulas começam no primeiro semestre de 2010.

Os cursos técnicos oferecidos pelo Senai-SP visam dar formação em áreas tecnológicas do setor industrial e têm duração média de dois anos, incluindo estágio supervisionado.

Mais informações pelo site www.sp.senai.br e pelos telefones (11) 3528-2000 (capital e Grande São Paulo) e 0800-551000 (demais lugares).

Veja abaixo a lista dos cursos oferecidos pelo Senai-SP:

Alimentos
Análises Químicas
Automação Industrial
Calçados
Cerâmica
Design de Móveis
Edificações
Eletroeletrônica
Eletromecânica
Eletrônica
Eletrotécnica
Equipamentos Biomédicos
Fabricação Mecânica
Impressão Gráfica
Impressão Offset
Instrumentação
Logística
Manutenção Automotiva
Manutenção Mecânica
Mecânica
Mecânica de Precisão
Mecatrônica
Metalurgia
Móveis
Plásticos
Pré-Impressão Gráfica
Química
Redes de Computadores
Refrigeração e Climatização
Telecomunicações
Têxtil
Vestuário

fonte: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/senai-abre-4-370-vagas-para-cursos-tecnicos-20091022.html

domingo, 25 de outubro de 2009

Uma cratera que não para de queimar

A PORTA PARA O INFERNO

The Door to Hell, como os locais chamam, está situado perto da pequena cidade de Darvaz no Turquemenistão. Trinta e cinco anos atrás, os geólogos estavam trabalhan do na perfuração de gás, quando então encontraram uma grande caverna subterrânea cheia com um gás venenoso. Eles acenderam o gás esperando que queimasse em poucas horas. O fogo queima até hoje.

vejam as fotos e vídeo
fonte:

http://www.slightlywarped.com/crapfactory/curiosities/doortohell.htm


sábado, 17 de outubro de 2009

África, diversidade num continente

O continente africano é amplamente conhecido pelas suas belezas naturais, principalmente quando se refere à grandiosa vida selvagem. Porém, o que encontramos de imenso neste continente é uma enorme diversidade física e sócio-econômica, pois existe neste espaço desde extensos vales férteis, aonde a vida parece não ter fim, até desertos gigantes, como é o caso do Saara, o maior do mundo.

O contraste da pobreza e riqueza também é muito visível por toda sua extensão continental, sendo caracterizado principalmente pelas péssimas condições de vida em muitos países. O termo “berço da humanidade” é dado em razão da África abrigar uma das civilizações mais antigas e intrigantes do globo, os egípcios, que formaram um poderoso “império” a 4 mil anos atrás. Portanto, toda essa riqueza cultural e natural existente no continente, torna a África um espaço muito particular.

Em conseqüência a esta diversidade, não é tarefa fácil dividir a África por regiões devido a sua heterogenidade ao longo do continente. Porém, pode-se definir duas formas básicas de classificação regional: as questões físicas (localização geográfica) e questões humanas (cultura/ocupação)

África: cinco regiões num continente

Ao visualizar um mapa da África, pode-se ver que dividir o mesmo por regiões a partir da sua localização espacial nos sentidos Norte, Sul, Leste e Oeste é bem possível. Dessa forma, classifica-se o continente em cinco regiões distintas quanto a sua posição geográfica: Norte da África, Oeste da África, África Central, Leste da África e Sul da África.

Norte da África: como o próprio nome já diz, é a área situada ao norte do continente e que vem a ser banhado pelo Mar Mediterrâneo, em sua maioria, fazendo parte desta região cinco países. Também não se pode esquecer que ao sul desta região se encontra o deserto do Saara.

Oeste da África: é uma região muito confusa do ponto de vista político. São quinze nações que dividem um espaço caracterizado por áreas desérticas (Saara, ao norte) e florestas tropicais. Em sua economia local, a exploração de petróleo destaca-se com uma atividade bem atraente para os países.

África Central: caracterizada pelos inúmeros conflitos da década de 90 que marcaram profundamente a região, a África Central ficou conhecida no mundo pelos conflitos no Zaire que o transformaram em República Democrática do Congo. Oito países fazem parte desta região, destacada por grandes florestas tropicais em razão de estar na latitude 0 do globo.

Leste da África: também conhecida como “Chifre da África”, por sua forma física do extremo leste africano, é uma área bem diversificada por ter países bem estruturados e urbanizados, como é o caso do Quênia, e em contraponto a isto, existe à Somália e Etiópia, nações mergulhadas em problemas gerados pelas suas guerras civis.

Nesta região encontram-se dez países bem distintos, tantos nos aspectos físicos como humanos. É na divisa entre Uganda, Tanzânia e Quênia que existe o lago Vitória, que é considerado a nascente do rio Nilo.

Sul da África: o extremo sul africano é representado pelas diferenças existente ente os onze países no campo sócio-econômico, principalmente, pois o contraste entre a África do Sul, nação bem desenvolvida, se comparada aos outros países africanos, em relação aos demais é visivelmente percebido. Este país exerce um poder centralizador nesta região, onde a economia é seu ponto forte.

Observa-se também uma diversidade natural neste espaço, em razão de possuir grandes vales férteis e vastos desertos como o Kalahari, sendo no delta do Okavango (Botsuana) acontece uma das maiores e mais impressionantes migrações do mundo, a dos gnus.


Aspectos Sócio-econômicos

Agora, analisar a África destacando suas características culturais, promove uma divisão bem diferente da anterior. Ao observar o continente africano pela sua ocupação ao longo dos anos, classifica-se a África em duas regiões: África “branca” (cultura árabe) e África “negra” (culturas locais).

Isto é possível em virtude da influência que a região norte da África (árabe) sofreu da ocupação dos povos do Oriente Médio (Ásia) durante os tempos, tendo como resultado um espaço totalmente adverso da África “negra”, sendo esta última caracterizada pelas culturas regionais provindas de milenares tribos africanas.

Também é possível destacar a própria cor da pele dos africanos nessas duas regiões: os descendentes de árabes possuem uma tez clara, em grande parte, enquanto que os africanos relacionados com as culturas tribais já têm uma cor mais negra.

Sendo assim, a África vem a ser o resultado de anos de ocupação e influência das mais diversas culturas do mundo que remodelaram e transformaram seu continente num espaço diversificado e muitas vezes carente de recursos econômicos, por outro lado, suas belezas naturais são únicas e, por enquanto, estão permanentes em todo seu território.

Veja também:

Divisão física da África

Divisão Sócio economica da África

fonte:http://www.algosobre.com.br/geografia/africa-a-diversidade-num-continente.html

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ONU diz que imigração tem custo zero aos países ricos e defende o fim das barreiras

Os imigrantes aumentam a produtividade econômica dos países que os recebem com custo irrelevante ou inexistente para os cidadãos nativos e são uma forte influência para o desenvolvimento humano dos países de origem. Por isso, os governos devem reduzir drasticamente as barreiras à imigração e adotar medidas para acolher os estrangeiros. É o que defende o Relatório de Desenvolvimento Humano 2009 do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), divulgado nesta segunda-feira (5).Conheça histórias de quem saiu em busca de oportunidades




fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2009/10/05/04023770CC994366.jhtm?india-migracao-dos-vilarejos-para-centros-urbanos-04023770CC994366

Na edição deste ano, o documento tenta derrubar alguns mitos em torno da migração e enfatiza a necessidade de os governos perceberem as vantagens dos trabalhadores vindos de fora, especialmente em um momento de crise econômica e desemprego.





http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2009/10/05/04023072CC994366.jhtm?zimbabue-milhares-cruzam-a-fronteira-em-busca-de-trabalho-04023072CC994366




"Ao contrário do que normalmente se acredita, os migrantes estimulam a produtividade e dão mais do que aquilo que recebem", afirma a principal autora do estudo, Jeni Klugman. "Muitos migrantes encontram-se duplamente em risco. Sofrem com desemprego, insegurança e marginalização social, e ainda assim são apontados como o cerne do problema. Não é o momento para políticas proteccionistas e anti-imigração, mas para reformas. Convencer as populações disso requer coragem", explica.

Segundo o relatório, a controvérsia provocada pela entrada de trabalhadores migrantes com poucas qualificações são "desmensuradas". Para aqueles que acreditam que os estrangeiros "roubam" o emprego de nativos, são responsáveis pela redução dos níveis salariais e pela criminalidade, além de sobrecarregarem os serviços públicos, o Pnud ressalta que as investigações mostram que "estes efeitos são geralmente pouco significativos e podem, em alguns contextos, ser totalmente inexistentes".

"Por outro lado, os efeitos positivos chegam a ser muito abrangentes. Por exemplo, quando a disponibilidade dos migrantes para a prestação de serviços de cuidados infantis permite que as mães trabalhem fora de casa", destaca a ONU.

O relatório aponta ainda que as remessas enviadas pelos imigrantes aos familiares nos países de origem provocam impactos positivos nas nações em desenvolvimento. Com rendimentos maiores, as pessoas consomem mais, conseguem ter melhor educação e condições de saúde e acabam tendo um aumento nos níveis cultural e social, além de se abrirem para novos comportamentos vindos de fora. Esse movimento na economia leva ainda à criação de mais empregos dar um exemplo significativo, note-se como esta abertura pode levar a que se permita que as mulheres se libertem dos seus papéis tradicionais", aponta o texto.

Movimentos internos
Os dados do Pnud revelam ainda que a esmagadora maioria das pessoas se desloca dentro de seu próprio país. Ou seja, de 1 bilhão de migrantes por ano no mundo, cerca de 740 milhões são migrantes internos, número quase quatro vezes maior do que o daqueles que cruzam fronteiras internacionais (200 milhões). Além disso, apenas um terço dos migrantes saiu de países em desenvolvimento em direção a países ricos, menos de 70 milhões de pessoas - 7% do total.

As pessoas de países pobres são as que menos se mudam. O número de africanos que se mudou para a Europa, por exemplo, é inferior a 1% dos imigrantes. As populações de países com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo, no entanto, são as que mais podem ser beneficiadas com a mudança. Nesses países, a taxa de escolarização, por exemplo, salta de 47% no país de origem para 95% no país de destino.

O Pnud defende que a migração pode melhorar bastante os rendimentos, a perspectiva de vida para os filhos e os níveis de educação, assistência médica e participação social. E, apesar das dificuldades para se reajustar e da marginalização, a maioria das pessoas que decide abandonar tudo para morar em outro país afirma se sentir feliz.

Segundo as pesquisas citadas pelo relatório, os migrantes dos países mais pobres que se mudaram para países desenvolvidos viram os seus rendimentos aumentar, em média, 15 vezes e seu nível de escolarização dobrar. Já a mortalidade infantil diminuiu 16 vezes. Há ainda evidências de que famílias que migram têm menos filhos e uma saúde consideravelmente melhor.No Brasil
Lei da anistia já regularizou 11 mil imigrantes ilegais
Imigrantes ilegais no Brasil podem chegar a 300 mil


Novas políticas

O relatório ressalta também que, apesar dos benefícios que trazem, os imigrantes enfrentam desvantagens sistemáticas que dificultam o acesso aos serviços da mesma maneira que os nativos, especialmente os trabalhadores temporários e os em situação irregular.

Em alguns países, eles conseguem alcançar postos mais bem remunerados e apesar de realizarem o mesmo trabalho e pagarem os mesmos impostos que os nativos, não têm acesso a serviços básicos e correm o risco de serem deportados.

Por isso, o documento deste ano apela para que os países adotem novas políticas e propõe medidas como ensino da língua, acesso a serviços básicos, direitos dos trabalhadores, fim da xenofobia, redução das despesas para a migração e simplificação dos procedimentos de entrada.

A Europa intensifica politicA sobre a imigração, veja o mapa abaixo linke e fonte:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/10/05/ult1859u1595.jhtm

domingo, 4 de outubro de 2009

Enquanto o petróleo enriquece a Austrália, vazamento é visto como alerta



Pássaro coberto de óleo derramado por navio que se partiu no mar Negro, na Rússia, em 2007






Meraiah Foley Em Sydney (Austrália)

Os turistas que esperam observar a exótica vida marinha da Austrália costumam ir direto para a Grande Barreira de Corais. Mas os conservacionistas dizem que um ambiente marinho tão notável, embora menos conhecido, está ameaçado pela crescente exploração de petróleo e gás que acontece entre os recifes e atóis da costa noroeste do país.

Um poço de petróleo avariado na região tem expelido milhares de litros de óleo cru no Mar do Timor desde 21 de agosto, quando um vazamento forçou a evacuação de todos os 69 trabalhadores da plataforma. Equipes de emergência vêm trabalhando para conter o derramamento, mas funcionários dizem que poderá levar mais três semanas para bloquear o vazamento.


A plataforma fica acima da jazida de petróleo Montara, a 250 quilômetros a noroeste da base aérea Mungalalu Truscott na região remota da Kimberley, na Austrália. O poço que está vazando é propriedade da companhia nacional de petróleo da Tailândia, a PTT Exploration and Production, uma das muitas companhias de energia que montaram operações no oeste da Austrália para satisfazer o apetite cada vez maior da Ásia por petróleo e gás.

Na primeira metade deste ano, mais de 50 poços foram perfurados nas águas tropicais no litoral oeste da Austrália, somando-se a centenas de outros projetos recentes. No mês passado, o governo deu à Chevron sinal verde para expandir sua exploração na gigante jazida de gás de Gorgon, um projeto de US$ 40 bilhões que foi contestado pelos conservacionistas por causa de seu potencial impacto ambiental.

Os economistas dizem que o aumento no comércio de petróleo e outros recursos minerais ajudou a Austrália a escapar da violência da crise econômica global, mas os ambientalistas dizem que essa prosperidade tem um preço. Eles dizem que o vazamento de petróleo de Montara é meramente um sinal do que virá adiante, a menos que haja uma proteção maior em relação a vastas extensões de recifes tropicais no noroeste da Austrália.

"É um conflito clássico entre o desenvolvimento e os valores ecológicos da região", disse John Carey, gerente do Kimberley Conservation Program para o Pew Environmental Group. "Precisamos encontrar o equilíbrio certo. Mas neste momento o balanço é que menos de 1% dessa área de importância global está sob alguma forma de proteção."

A companhia petrolífera tailandesa disse que ainda está investigando o que causou o vazamento. Para contê-lo, a companhia alugou um equipamento especializado para perfurar a 2,57 quilômetros abaixo do leito marinho e inundar a área com lama pesada.

Mas esse equipamento altamente especializado não chega tão facilmente. Levou três semanas para ser transportado de Cingapura.

A companhia recusou-se a estimar quanto petróleo vazou no mar, dizendo que é muito perigoso fazer medições acuradas a partir do equipamento danificado. A companhia e funcionários australianos, que estão ajudando a limpar o vazamento, dizem que a mancha de óleo tem 40 quilômetros de largura e 136 quilômetros de comprimento, mas parece que o vazamento está diminuindo.

O ministro do meio ambiente, Peter Garrett, disse em setembro que o governo acreditava que 300 a 400 barris de petróleo estavam vazando no mar por dia. Isso representa mais de 1,7 milhão de litros de petróleo, e quantidades desconhecidas de gás e hidrocarboneto líquido, desde que o vazamento começou. Segundo esta conta, o vazamento de Montara é relativamente pequeno. O Exxon Valdez, em comparação, derramou cerca de 41 milhões de litros quando encalhou na costa do Alaska em 1989.

A mancha de óleo não atingiu nenhuma costa, graças em parte às condições climáticas amenas e aos esforços do governo australiano para desfazer a mancha pulverizando-a com dispersante químico. Mas os conservacionistas temem que a mancha possa ter um forte impacto sobre os animais marinhos que se alimentam ou viajam sobre a superfície do oceano ou próximo a ela.

"Precisamos destruir o mito de que um vazamento de óleo só se torna um problema quando chega às praias", disse Gilly Llewellyn, gerente dos programas de conservação da WWF-Austrália.

A companhia tailandesa PTT disse que está comprometida em ajudar a limpar o vazamento e planeja conduzir monitoramento ambiental na região para verificar o prejuízo. O ministro de Energia da Austrália, Martin Ferguson, anunciou planos para uma investigação ampla sobre a causa do vazamento.

Ferguson e a Associação Australiana de Produção e Exploração do Petróleo, que representa 98% dos operadores de petróleo e gás do país, defenderam o recorde do setor, dizendo que o vazamento do poço de Montrara é o primeiro que aconteceu no mar desde 1984.

Pesquisadores marinhos e grupos conservacionistas dizem que são realistas em relação à tendência econômica de continuar desenvolvendo a região, mas querem que o governo estabeleça mais santuários marinhos e regulações ambientais mais severas no oeste da Austrália. O governo deve divulgar uma estratégia para a região no ano que vem.

"Não dá para impedir a produção; esta é uma área imensa de exploração futura", disse Nic Bax, principal investigador do Marine Biodiversity Research Hub. "Precisamos nos certificar de que estamos cooperando com a indústria para determinar qual é a melhor maneira e a mais segura de fazer isso."

Tradução: Eloise De Vylder

fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/10/04/ult574u9712.jhtm

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Rio usa paixão e ganha a sede das Olimpíadas em 2016







Veja o Vídeo feito pelos organizadores da campanha do Rio de Janeiro para sede da Olimpíada .Parabéns cidade maravilhosa!



http://tvuol.uol.com.br/#view/id=rio-usa-paixao-para-tentar-ser-sede-da-olimpiada-04023760E0B93366/user=t2pjn3videvl/date=2009-09-30&&list/type=tags/tags=15139/edFilter=all/

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Enem adiado- Nota Oficial(prova divulgada)

O Ministério da Educação informa que as provas do Enem marcadas para este final de semana foram adiadas por motivos de segurança.

O Inep já possui uma segunda prova e deve anunciar a nova data nos próximos dias, depois de reorganizar a logística.

O Ministério da Educação já tomou providências junto ao Ministério da Justiça e a Polícia Federal no sentido de apurar eventuais responsabilidades criminais relativas ao vazamento.

Os estudantes inscritos serão comunicados oportunamente pelos meios habituais da confirmação da nova data e do local das provas.

Em razão do adiamento, o resultado final das provas, inicialmente previsto para o dia 8 de janeiro, deve atrasar em cerca de um mês.

O Ministério da Educação trabalha para minimizar os efeitos do atraso.

Assessoria de Imprensa Inep/MEC
http://sistemasenem2.inep.gov.br/enemLocalProva/

A prova que vazou foi divulgada pelo MEC
Prova I

http://www.vestibulandoweb.com.br/enem/prova_enem_1dia_2009.pdf
Prova II
http://www.vestibulandoweb.com.br/enem/prova_enem_1dia_2009.pdf
Gabarito

http://www.vestibulandoweb.com.br/enem/gabarito_enem_2009.pdf