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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Horário de verão termina domingo

Pessoas com dificuldade em se adaptar à mudança devem começar a preparar o organismo com antecedência, antecipando o horário de dormir cerca de dez minutos a cada dia, diz especialista

Agência Brasil - O horário de verão acaba no dia 26 de fevereiro, mas quem tem mais dificuldade em se adaptar à mudança deve começar a preparar o organismo com antecedência, antecipando o horário de dormir cerca de dez minutos a cada dia. A orientação é do coordenador do serviço de neurologia do Hospital Anchieta, Ricardo de Campos. “Ao invés de esperar o dia da virada do horário, o interessante é que a cada dia fosse dormindo dez minutos mais cedo, até estar dormindo uma hora mais cedo, e o corpo não vai padecer”.

O médico explica que as mudanças sentidas pelo organismo com o início ou o fim do horário de verão são por causa de hormônios como o cortisol e a melatonina, que regem o nosso relógio biológico e são secretados de acordo com o tempo de exposição ao sol e à escuridão. “Dessa forma, todo o metabolismo do organismo passa a se pautar de acordo com as taxas de secreção desses hormônios. Quando uma hora do dia é suprimida ou acrescentada, passa a ter alterações nesse metabolismo”.

Os efeitos dessas mudanças, segundo Campos, vão desde alterações no sono, que podem causar irritabilidade, estresse e baixa produtividade, até o aumento da instabilidade vascular. Além dos idosos, as mulheres sentem bastante as mudanças de horário, pois têm diversas oscilações no organismo relacionadas à produção de hormônios. “Mudanças abruptas no nosso relógio biológico trazem malefícios incontestáveis em relação à saúde”, diz o especialista.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

As dez cidades com festa de carnaval mais famosas

Na cidade pernambucana de Olinda, passistas pulam Carnaval de sombrinha na mão e frevo no pé. Os cinco dias de festa, que começam com o típico desfile de bonecos gigantes conhecidos como mamulengos, oferecem diversos blocos de rua, como o Sala de Justiça e o Bacalhau do Batata, que fecha o Carnaval na Quarta-feira de Cinzas. E para quem ainda quiser curtir um carnaval mais metropolitano, a vizinha Recife está a poucos quilômetros de distância.

Vejam ...fonte:

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Conheça o processo de produção da nova embalagem plástica

ACORDO
O fim das sacolinhas no Estado de São Paulo é resultado de um acordo dos supermercados e não tem força de lei. Não há punição para quem descumprir.
Feita de amido de milho, a sacola biodegradável se decompõe em até dois anos pela ação de microorganismos. Quanto mais fina, mais rápida é a decomposição; em usina de compostagem, que decompõe lixo orgânico, o processo ocorre em seis meses.
O Záffari, também gaúcho, decidiu aderir "inicialmente" ao acordo, mas com "ressalvas" caso sinta desconforto dos clientes.
Em nota, a empresa informou que "o compromisso prioritário da empresa é com seus clientes. Por essa razão, o Záffari não se comprometeu em extinguir radicalmente o uso de sacolas, pensando no conforto dos clientes".

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1036375-mercado-teme-falta-de-sacola-biodegradavel.shtml

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Quem são os brasiguaios?



Os acontecimentos mais recentes do Brasil e do mundo estão sempre presente nas provas e redações de vestibulares de todo o país. Para não ficar por fora, confira as matérias publicadas toda semana nesta seção!

Quem são os brasiguaios?


"Brasiguaios" é como são chamados os brasileiros, e seus descendentes, estabelecidos na República do Paraguai. Eles imigraram e se instalaram em áreas próximas à fronteira brasileira, na época da construção da Hidroelétrica de Itaipu.

Como o megaprojeto exigiu a desapropriação de terras, muitos agricultores do Estado do Paraná foram desalojados. As baixas indenizações recebidas empurraram esses colonos paranaenses para o território paraguaio, atraídos pelo preço das terras no país vizinho e pela revogação, na ocasião, da lei paraguaia que impedia a venda para estrangeiros das terras próximas às fronteiras.

Os brasiguaios, que na sua maioria têm descendência européia, num período de 30 a 40 anos, se multiplicaram e prosperaram em solo paraguaio, trazendo crescimento econômico para o país, especialmente na agricultura, com a plantação de soja. O Paraguai se tornou um dos principais exportadores mundiais do produto.

Fora a agricultura, que é a atividade econômica mais importante do país, a economia paraguaia é pobre e bastante dependente dos comerciantes dos países vizinhos (como os sacoleiros brasileiros) que vão à região comprar produtos como cigarros e eletrônicos por preço mais barato, mas de origem duvidosa. Boa parte da população vive da economia informal, já que a industrialização se limita a produtos agrícolas, florestais e alguns bens de consumo.

Uma fonte importante de divisas vem das hidrelétricas de Itaipu e Yacyreta, pois os excedentes da energia não utilizada pelo Paraguai são adquiridos pelo Brasil e pela Argentina.

Conflitos com os nativos
Mas, ao invés de integração entre nativos e imigrantes (paraguaios e brasiguaios), o que vem ocorrendo são conflitos que se aproximam da xenofobia (aversão a estrangeiros).
Os paraguaios acusam os brasileiros de ocuparem suas terras, afirmando que elas foram ilegalmente adquiridas, em prejuízo do povo nativo. Invasões lideradas por Movimentos de Sem-Terra têm ocorrido, expulsando pequenos produtores brasiguaios de suas lavouras e impedindo que eles vendam ou plantem nas terras que habitam e cuidam há pelo menos vinte anos.

Parte dos brasileiros não consegue comprovar na Justiça que são donos das terras, pois muitos fizeram acordos, quando chegaram à região, com colonos paraguaios, sem registro de títulos. Há cerca de 20 anos, o governo paraguaio demarcou e distribuiu, em alguns departamentos (estados), a título de reforma agrária 10 hectares de terra para camponeses nativos, que, por não terem intimidade com a lavoura, acabaram vendendo a gleba para brasileiros, muitas vezes em acordos verbais.

Há também os brasiguaios que possuem não só as escrituras das terras que ocupam há décadas, como também os recibos de pagamentos efetivados ao Banco Nacional de Fomento (BNF) em favor do Instituto de Bem-Estar Rural (IBR).

Mas o atual presidente do INDERT - Instituto Nacional de Desenvolvimento Rural e da Terra, órgão substituto do IBR, alega que o antigo IBR emitiu escrituras falsas para os agricultores e estes enfrentam uma batalha judicial, de grande influência política, que pode terminar na perda das terras que utilizam há mais de 20 anos.
As terras em disputa estão cobertas por plantações diversas, como soja, amendoim, mandioca e algodão. Também existem alguns silos e outras benfeitorias.
Ponto e contraponto

Os paraguaios acusam os brasileiros de se segregarem: de falarem sua própria língua, de usarem uma moeda própria, de hastearem a bandeira de outro país e de possuírem as melhores terras em território paraguaio. Numa onda forte de nacionalismo, reclamam de que a segunda língua dos filhos dos brasiguaios é o português, em vez do guarani. Em discursos inflamados afirmam que há uma ameaça real à soberania do Paraguai, que precisa recuperar e fazer valer a própria identidade.

As futuras autoridades acusam agricultores brasileiros de violarem a lei ambiental que proíbe o uso de alguns produtos químicos, de não preservarem, como exige a lei florestal, as terras localizadas nas proximidades dos rios paraguaios e de possuírem grandes extensões de terra, apesar de serem estrangeiros.


Os brasiguaios alegam que seus filhos sempre foram discriminados na escola e que a Justiça paraguaia está contaminada pela política anti-Brasil que vigora no país.
Cada um dos lados espera encontrar em Lugo, novo presidente eleito, que tomará posse em 15 de agosto, as respostas para suas demandas. Os brasiguaios esperam ainda que o presidente Lula pressione o novo dirigente para que os cerca de 350 a 500 mil brasileiros que vivem no Paraguai tenham seus direitos respeitados.

Certamente abusos existem dos dois lados. O difícil é colocar ordem com justiça e equilíbrio num ambiente de comoção nacional.

fonte para consulta:

http://www.igeduca.com.br/vestibular/temas-atuais/quem-sao-os-brasiguaios.html
http://marlivieira.blogspot.com/2010/07/conflito-no-campo-entre-campesinos-e.html

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A Terra esta de olho em você



Nós olhamos a Terra, mas às vezes ela olha de volta. Depois da imagem de mais alta resolução do planeta de sua órbita, divulgada ontem pela Nasa, agora é a vez deste incrível flagrante feito pelo astronauta Don Pettit, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Na foto, o Lago Issyk Kul, no Kirziguistão, junto à fronteira com a China, parece um olho gigantesco, com as montanhas cobertas de neve fazendo as vezes de sobrancelhas. Um dos muitos lagos da região, o Issyk Kul foi formado quando a placa tectônica onde está a Índia colidiu com a placa da Ásia há milhões de anos. Por isso, os lagos locais têm alta concentração de sal, o que impede que congelem no clima frio, refletindo a luz do inverno comouma grande pupila que segue o observador em órbita, relata Pettit.

Fonte:
http://oglobo.globo.com/blogs/sociencia/posts/2012/01/26/a-terra-esta-de-olho-em-voce-428419.asp

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Três prédios desabam no centro do Rio de Janeiro



Três prédios desabaram por volta das 20h30 desta quarta-feira (25) no centro do Rio de Janeiro: um maior, na rua Treze de Maio (chamado Liberdade), que tinha 20 andares; um menor, no número 16 da rua Manoel de Carvalho, com 10 andares (chamado Colombo); e ainda um imóvel pequeno, localizado entre os dois edifícios maiores, com quatro ou cinco andares.
O secretário da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Simões, disse no início da madrugada desta quinta-feira que as chances de encontrar sobreviventes entre os escombros são "muito pequenas". Segundo ele, ainda há pessoas desaparecidas. As buscas vão durar toda a madrugada.

Equipes da prefeitura, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (PM) estão no local. Até agora, cinco pessoas já foram retiradas dos escombros.
Funcionários da Secretaria Municipal de Assistência Social montaram uma base na Câmara de Vereadores, na praça da Cinelândia para orientar os parentes das vítimas.
Segundo a Secretaria de Saúde, os feridos foram encaminhados ao hospital Souza Aguiar. Há dois homens de 37 anos --um deles, que estava no prédio, apresenta um ferimento na perna e o outro, que estava passando pelo local na hora, sofreu escoriações leves; uma mulher de 28 anos, que sofreu um corte na cabeça e foi encaminhada para o centro cirúrgico; um homem de 50 anos, que sofreu apenas escoriações leves; e outro, de 31 anos, que está em estado de choque.


saiba mais em : http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/01/25/predio-desaba-parcialmente-no-centro-do-rio-de-janeiro.htm