SÃO PAULO - Um incêndio ocorrido na manhã deste sábado, 15, no laboratório de répteis do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, destruiu milhares de espécimes de cobras e de aracnídeos, incluindo exemplares ainda não descritos pelos cientistas. Nenhum dos animais estava vivo.
Toda a coleção de cobras do Butantã - um total de aproximadamente 85 mil exemplares, a maior coleção do mundo de animais da região tropical - foi perdida no incêndio. Centenas de espécimes desses répteis que haviam sido coletadas pelos biólogos ainda não haviam sido descritas. Entre os aracnídeos - em especial aranhas e escorpiões -, a perda foi de cerca de 450 mil espécimes, das quais milhares ainda não tinham sido descritas pelos cientistas do instituto.
Saiba como ocorreu,causas e os prejuisos em;
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,incendio-no-instituto-butantan-e-debelado-em-uma-hora-e-meia,552220,0.htm
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sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A campanha contra gripe H1N1 continua
O Ministério da Saúde está com a Campanha de Vacinação contra Influenza H1N1.
E para conseguir a difícil meta de vacinar 91 milhões de pessoas, precisamos da ajuda de todos.
Por isso, envio o nosso material de campanha para que, caso haja interesse, possa divulgá-lo.
Para colocar o selo da campanha em seu blog:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/blog.asp
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Greve geral grega termina com três mortos
A capital grega viveu um dia de violência, com milhares de pessoas a protestar contra as anunciadas medidas de austeridade. As três vítimas mortais, duas mulheres e um homem, foram atingidas nas instalações de um banco em Atenas. Não se sabe ainda se morreram sufocados ou queimados pelos explosivos atirados pelos manifestantes.
Os manifestantes gregos não aceitam o plano de salvação da economia e culpam os governantes por terem mentido sobre a situação económica do país. A greve geral fora convocada para combater o pacote de medidas de austeridade apresentado ao parlamento pelo Governo, como contrapartida para a ajuda da União Europeia e do FMI, no montante de 110 mil milhões de euros.
Entre essas medidas, era especialmente posto em causa o corte do 13º e do 14º mês e o aumento da idade de reforma.
Citado pela cadeia de televisão qatariana Al Jazeera, o dirigente sindical Spyros Papaspyros afirmava que "há muitas outras coisas que [o governo] pode fazer antes de ir tirar dinheiro a um reformado que ganhe 660 euros por mês"
A manifestação foi a maior desde o ano passado e terá mobilizado, consoante os cálculos, entre 27.000 e 40.000 trabalhadores. Os manifestantes gritavam "Não se metam connosco" ao longo do seu percurso.
Os bancos e as repartições de finanças foram alguns dos edifícios escolhidos para ataques pela ala mais radical e violenta dos manifestantes. Cocktails molotov foram atirados até contra a polícia, que respondeu com granadas de gás lacrimogéneo e pimenta.
Devido a esta onda de violência, a polícia de Atenas foi colocada em "estado de alerta geral".
Georges Papandreou repudia actos homicidas
Na capital da Grécia viveram-se hoje situações de vandalismo por parte de manifestantes que foram para a rua encapuzados, de forma a dificultarem a identificação policial.
No Parlamento o primeiro-ministro Georges Papandreou falou de actos homicidas. Papandreou considerou também que o que está a acontecer no país revela bem onde podem conduzir as governações irresponsáveis do passado. Do exterior, manifestantes chamaram ladrões aos deputados.
É contra a classe política em geral que os gregos se revoltam, considerando que a factura da crise vai ser paga maioritariamente pela classe média num país onde a fuga ao fisco é considerável e a corrupção substancial.
Cortes drásticos
Para evitar a bancarrota a Grécia anunciou redução dos gastos do Estado, entre as quais as pensões e aumento dos impostos, mas os funcionários públicos rejeitam as medidas que deverão ser aprovadas pelo Parlamento grego no final da semana.
Na Europa a situação está ser encarada com receio e apreensão, mas na Zona Euro é difícil dizer que o buraco orçamental grego era desconhecido. Os gregos mascararam os números e o Estado continuou a gastar.
Esse é um dos entraves em análise no Parlamento alemão, com boa parte da opinião pública a não concordar com a ajuda à Grécia.
A chanceler Angela Merkel tenta por isso convencer os deputados com o argumento de que é a Europa que está em jogo.
Se o pacote de ajuda for aprovado, a Alemanha paga a fatia de leão à Grécia, um país que poderá estar durante as próximas semanas em constante greve geral, com a rejeição dos gregos à austeridade que se avizinha.
http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Greve-geral-grega-termina-com-tres-mortos.rtp&article=341839&layout=10&visual=3&tm=7
MAIS NOTÍCIAS
http://www.fxclub.com.pt/forum/showthread.php?t=5414
Os manifestantes gregos não aceitam o plano de salvação da economia e culpam os governantes por terem mentido sobre a situação económica do país. A greve geral fora convocada para combater o pacote de medidas de austeridade apresentado ao parlamento pelo Governo, como contrapartida para a ajuda da União Europeia e do FMI, no montante de 110 mil milhões de euros.
Entre essas medidas, era especialmente posto em causa o corte do 13º e do 14º mês e o aumento da idade de reforma.
Citado pela cadeia de televisão qatariana Al Jazeera, o dirigente sindical Spyros Papaspyros afirmava que "há muitas outras coisas que [o governo] pode fazer antes de ir tirar dinheiro a um reformado que ganhe 660 euros por mês"
A manifestação foi a maior desde o ano passado e terá mobilizado, consoante os cálculos, entre 27.000 e 40.000 trabalhadores. Os manifestantes gritavam "Não se metam connosco" ao longo do seu percurso.
Os bancos e as repartições de finanças foram alguns dos edifícios escolhidos para ataques pela ala mais radical e violenta dos manifestantes. Cocktails molotov foram atirados até contra a polícia, que respondeu com granadas de gás lacrimogéneo e pimenta.
Devido a esta onda de violência, a polícia de Atenas foi colocada em "estado de alerta geral".
Georges Papandreou repudia actos homicidas
Na capital da Grécia viveram-se hoje situações de vandalismo por parte de manifestantes que foram para a rua encapuzados, de forma a dificultarem a identificação policial.
No Parlamento o primeiro-ministro Georges Papandreou falou de actos homicidas. Papandreou considerou também que o que está a acontecer no país revela bem onde podem conduzir as governações irresponsáveis do passado. Do exterior, manifestantes chamaram ladrões aos deputados.
É contra a classe política em geral que os gregos se revoltam, considerando que a factura da crise vai ser paga maioritariamente pela classe média num país onde a fuga ao fisco é considerável e a corrupção substancial.
Cortes drásticos
Para evitar a bancarrota a Grécia anunciou redução dos gastos do Estado, entre as quais as pensões e aumento dos impostos, mas os funcionários públicos rejeitam as medidas que deverão ser aprovadas pelo Parlamento grego no final da semana.
Na Europa a situação está ser encarada com receio e apreensão, mas na Zona Euro é difícil dizer que o buraco orçamental grego era desconhecido. Os gregos mascararam os números e o Estado continuou a gastar.
Esse é um dos entraves em análise no Parlamento alemão, com boa parte da opinião pública a não concordar com a ajuda à Grécia.
A chanceler Angela Merkel tenta por isso convencer os deputados com o argumento de que é a Europa que está em jogo.
Se o pacote de ajuda for aprovado, a Alemanha paga a fatia de leão à Grécia, um país que poderá estar durante as próximas semanas em constante greve geral, com a rejeição dos gregos à austeridade que se avizinha.
http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Greve-geral-grega-termina-com-tres-mortos.rtp&article=341839&layout=10&visual=3&tm=7
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domingo, 2 de maio de 2010
GUERRA - POR QUE E PARA QUÊ?
Leia e entenda as razões que levam duas nações a se envolverem em conflitos armados
Guerra dos Cem Anos, Guerra da Secessão Americana, Guerra da Tríplice Aliança, Primeira e Segunda Grandes Guerras Mundiais, Guerra do Vietnã,
Existem leis para a guerra?
Da mesma forma que, se você tiver um problema sério com outra pessoa, a polícia será chamada e vocês serão julgados por um tribunal, as nações também devem satisfações à comunidade internacional pelo que fazem. Normalmente, o órgão responsável por julgá-las é a Organização das Nações Unidas, a ONU, que pode autorizar o início de uma guerra, se julgar que um dos países está cometendo algum tipo de crime, ou proibi-la, se considerar que existem outros meios para resolver o problema.
Iniciada a guerra, a comunidade internacional também vai acompanhá-la para saber se algum dos lados está deixando de cumprir alguma lei que protege os civis, os prisioneiros de guerra e o patrimônio público e histórico. Alguns já devem ter ouvido falar da Convenção de Genebra, que é o principal documento que trata assunto, reunindo várias leis a respeito. Ao fim do conflito, quem deixou de cumprir o que está previsto nessas leis deve ser julgado e condenado, como criminoso de guerra.
Que tal alguns exemplos dessa convenção? O soldado que é aprisionado pelas forças adversárias é considerado um prisioneiro de guerra. Um prisioneiro é bem diferente de um preso comum, que está na cadeia por ter matado, roubado, participado do tráfico de drogas ou por ser corrupto. Ele simplesmente estava defendendo seu país, por uma causa que considerava justa. Dessa forma, deve ser tratado com dignidade, não pode receber maus tratos, deve ser protegido da fúria de algumas pessoas que queiram se vingar de algum possível mal que tenha sofrido e deve, terminada a guerra, ser devolvido à nação de origem para continuar sua vida normal e colaborar, como cidadão, na reconstrução de seu país.
Os civis -- e aí se incluem a imprensa, as pessoas dos diversos órgãos que integram a ONU e as várias organizações não-governamentais (ONGs) -- também devem ser protegidos e não podem ser alvos planejados de bombardeios. Quando o conflito chega até às cidades, é difícil diferenciar o militar do civil, mas os dois adversários devem tomar os cuidados necessários para não cometer nenhum crime de guerra.
Quais são as estratégias usadas na guerra?
Só depois que os políticos têm certeza de que seus povos querem a guerra e a declaram é que a palavra é passada aos generais. Para os militares, é importante saber qual o objetivo da guerra e quais são os limites do uso das armas, já que seu uso ilimitado pode, por um lado, acelerar o final do conflito, mas, por outro, causar muito mais vítimas e danos que o necessário. Os políticos é que definem isso. Para acelerar o final da Segunda Guerra Mundial -- que durou de 1939 a 1945 --, o presidente dos Estados Unidos autorizou o uso da bomba atômica contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão.
Cada guerra tem suas estratégias. Às vezes, a forma de conquistar o objetivo é atingir diretamente as forças armadas inimigas, e aí os militares se enfrentam abertamente no campo de batalha, buscando a decisão militar. Filmes sobre a Segunda Grande Guerra -- como O resgate do soldado Ryan e Além da linha vermelha --, mostram muitas batalhas desse tipo.
Outras vezes, quando um dos adversários é imensamente mais forte, a melhor maneira de ganhar é desgastá-lo e prolongar bastante a guerra, fazendo com que a população que o apoiava no início mude de opinião e pressione os políticos a chamarem os soldados de volta para casa. É a chamada guerra de guerrilhas. Foi assim que os vietnamitas ganharam, em 1973, a Guerra do Vietnã, mostrando aos americanos a dura realidade da guerra, e fazendo com que eles se cansassem e pedissem o fim do conflito. Isso também ocorreu em 1979, quando os russos ocuparam o Afeganistão, sendo expulsos, depois de muitos anos, pelos afegãos, apoiados, naquela época, pelos americanos.
A guerra é feita no ar, no mar, na terra, nas ondas eletromagnéticas e na mídia (televisão, internet, jornais e revistas). É importante ganhar em todos esses espaços. A força aérea procura dominar os ares e, lá de cima, bombardear os objetivos na terra e no mar. A marinha, por sua vez, busca ganhar os espaços no mar e, lá dos navios, lançar mísseis e aviões para acertar os alvos no chão. Na terra, os tanques, quando o terreno permite, e a infantaria a pé, em lugares como cidades e selvas, avançam para conquistar os objetivos importantes. A guerra prossegue pelo domínio das ondas eletromagnéticas, por onde são transmitidas as informações e as ordens. Por último, as imagens e as notícias conquistam os corações e mentes da população do mundo inteiro e influenciam a opinião pública que, como vimos antes, tem uma grande força para autorizar, ou não, a guerra.
Como a guerra termina?
A guerra termina de várias formas.
A primeira delas é quando o objetivo do atacante é alcançado e o defensor já não pode reagir. Na Primeira Guerra do Golfo, em 1991, foi assim. Após a invasão do Kuwait pelo Iraque, a ONU autorizou que uma aliança de nações restabelecesse a ordem na região. As forças internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, atacaram, cercaram e destruíam grande parte do exército iraquiano e este se rendeu. O conflito terminou com a retirada dos invasores iraquianos do vizinho Kuwait.
Outra situação que costuma por fim a uma guerra é quando os políticos julgam que o preço que o país está pagando com o ataque é mais alto do que o objetivo do conflito. A Guerra entre o Irã e o Iraque, na década de 1980, terminou mais ou menos assim. O Iraque começou o conflito, mas perdeu as forças e a guerra acabou sem que nenhum dos lados conseguisse impor sua vontade ao outro. Curioso é que, naquela guerra, os Estados Unidos e a Inglaterra apoiavam o Iraque, que já era governado por Saddam Hussein.
E o Brasil? Também pode entrar em guerra?
Devemos, sim, estar preparados para conflitos desse tipo. O povo brasileiro não deseja a guerra. E assim está escrito na nossa Constituição. Somos um povo pacífico. No entanto, o Brasil tem que estar preparado para participar delas, pois possui imensas riquezas naturais, como minérios, petróleo, água, a maior floresta do mundo e outras coisas que despertam a cobiça de muitos países. Além disso, temos cerca de 15 mil quilômetros de fronteira e 8 mil quilômetros de litoral para proteger. Não devemos nos esquecer que toda essa riqueza inestimável foi herdada de nossos antepassados, que a conquistaram e mantiveram a custa de muito sacrifício.
Por isso é que a sociedade brasileira deve estar atenta para a necessidade de possuir forças armadas capazes, bem equipadas e bem treinadas. O poder dessas forças armadas não pode ser menor nem maior do que o Brasil precisa para manter-se soberano, continuar dono do seu patrimônio e poder transmitir ao mundo suas decisões. Elas também existem para dar condições aos nossos políticos de dizerem "não" a qualquer outro país, quando seus objetivos sejam contra os interesses do povo brasileiro
André Luis Novaes Miranda,
Ciência Hoje das Crianças 137, julho 2003
Tenente-Coronel de Infantaria,
Escola de Comando e Estado-Maior do Exército
http://www.geografiaparatodos.com.br/index.php?pag=sl8
Guerra dos Cem Anos, Guerra da Secessão Americana, Guerra da Tríplice Aliança, Primeira e Segunda Grandes Guerras Mundiais, Guerra do Vietnã,
Existem leis para a guerra?
Da mesma forma que, se você tiver um problema sério com outra pessoa, a polícia será chamada e vocês serão julgados por um tribunal, as nações também devem satisfações à comunidade internacional pelo que fazem. Normalmente, o órgão responsável por julgá-las é a Organização das Nações Unidas, a ONU, que pode autorizar o início de uma guerra, se julgar que um dos países está cometendo algum tipo de crime, ou proibi-la, se considerar que existem outros meios para resolver o problema.
Iniciada a guerra, a comunidade internacional também vai acompanhá-la para saber se algum dos lados está deixando de cumprir alguma lei que protege os civis, os prisioneiros de guerra e o patrimônio público e histórico. Alguns já devem ter ouvido falar da Convenção de Genebra, que é o principal documento que trata assunto, reunindo várias leis a respeito. Ao fim do conflito, quem deixou de cumprir o que está previsto nessas leis deve ser julgado e condenado, como criminoso de guerra.
Que tal alguns exemplos dessa convenção? O soldado que é aprisionado pelas forças adversárias é considerado um prisioneiro de guerra. Um prisioneiro é bem diferente de um preso comum, que está na cadeia por ter matado, roubado, participado do tráfico de drogas ou por ser corrupto. Ele simplesmente estava defendendo seu país, por uma causa que considerava justa. Dessa forma, deve ser tratado com dignidade, não pode receber maus tratos, deve ser protegido da fúria de algumas pessoas que queiram se vingar de algum possível mal que tenha sofrido e deve, terminada a guerra, ser devolvido à nação de origem para continuar sua vida normal e colaborar, como cidadão, na reconstrução de seu país.
Os civis -- e aí se incluem a imprensa, as pessoas dos diversos órgãos que integram a ONU e as várias organizações não-governamentais (ONGs) -- também devem ser protegidos e não podem ser alvos planejados de bombardeios. Quando o conflito chega até às cidades, é difícil diferenciar o militar do civil, mas os dois adversários devem tomar os cuidados necessários para não cometer nenhum crime de guerra.
Quais são as estratégias usadas na guerra?
Só depois que os políticos têm certeza de que seus povos querem a guerra e a declaram é que a palavra é passada aos generais. Para os militares, é importante saber qual o objetivo da guerra e quais são os limites do uso das armas, já que seu uso ilimitado pode, por um lado, acelerar o final do conflito, mas, por outro, causar muito mais vítimas e danos que o necessário. Os políticos é que definem isso. Para acelerar o final da Segunda Guerra Mundial -- que durou de 1939 a 1945 --, o presidente dos Estados Unidos autorizou o uso da bomba atômica contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão.
Cada guerra tem suas estratégias. Às vezes, a forma de conquistar o objetivo é atingir diretamente as forças armadas inimigas, e aí os militares se enfrentam abertamente no campo de batalha, buscando a decisão militar. Filmes sobre a Segunda Grande Guerra -- como O resgate do soldado Ryan e Além da linha vermelha --, mostram muitas batalhas desse tipo.
Outras vezes, quando um dos adversários é imensamente mais forte, a melhor maneira de ganhar é desgastá-lo e prolongar bastante a guerra, fazendo com que a população que o apoiava no início mude de opinião e pressione os políticos a chamarem os soldados de volta para casa. É a chamada guerra de guerrilhas. Foi assim que os vietnamitas ganharam, em 1973, a Guerra do Vietnã, mostrando aos americanos a dura realidade da guerra, e fazendo com que eles se cansassem e pedissem o fim do conflito. Isso também ocorreu em 1979, quando os russos ocuparam o Afeganistão, sendo expulsos, depois de muitos anos, pelos afegãos, apoiados, naquela época, pelos americanos.
A guerra é feita no ar, no mar, na terra, nas ondas eletromagnéticas e na mídia (televisão, internet, jornais e revistas). É importante ganhar em todos esses espaços. A força aérea procura dominar os ares e, lá de cima, bombardear os objetivos na terra e no mar. A marinha, por sua vez, busca ganhar os espaços no mar e, lá dos navios, lançar mísseis e aviões para acertar os alvos no chão. Na terra, os tanques, quando o terreno permite, e a infantaria a pé, em lugares como cidades e selvas, avançam para conquistar os objetivos importantes. A guerra prossegue pelo domínio das ondas eletromagnéticas, por onde são transmitidas as informações e as ordens. Por último, as imagens e as notícias conquistam os corações e mentes da população do mundo inteiro e influenciam a opinião pública que, como vimos antes, tem uma grande força para autorizar, ou não, a guerra.
Como a guerra termina?
A guerra termina de várias formas.
A primeira delas é quando o objetivo do atacante é alcançado e o defensor já não pode reagir. Na Primeira Guerra do Golfo, em 1991, foi assim. Após a invasão do Kuwait pelo Iraque, a ONU autorizou que uma aliança de nações restabelecesse a ordem na região. As forças internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, atacaram, cercaram e destruíam grande parte do exército iraquiano e este se rendeu. O conflito terminou com a retirada dos invasores iraquianos do vizinho Kuwait.
Outra situação que costuma por fim a uma guerra é quando os políticos julgam que o preço que o país está pagando com o ataque é mais alto do que o objetivo do conflito. A Guerra entre o Irã e o Iraque, na década de 1980, terminou mais ou menos assim. O Iraque começou o conflito, mas perdeu as forças e a guerra acabou sem que nenhum dos lados conseguisse impor sua vontade ao outro. Curioso é que, naquela guerra, os Estados Unidos e a Inglaterra apoiavam o Iraque, que já era governado por Saddam Hussein.
E o Brasil? Também pode entrar em guerra?
Devemos, sim, estar preparados para conflitos desse tipo. O povo brasileiro não deseja a guerra. E assim está escrito na nossa Constituição. Somos um povo pacífico. No entanto, o Brasil tem que estar preparado para participar delas, pois possui imensas riquezas naturais, como minérios, petróleo, água, a maior floresta do mundo e outras coisas que despertam a cobiça de muitos países. Além disso, temos cerca de 15 mil quilômetros de fronteira e 8 mil quilômetros de litoral para proteger. Não devemos nos esquecer que toda essa riqueza inestimável foi herdada de nossos antepassados, que a conquistaram e mantiveram a custa de muito sacrifício.
Por isso é que a sociedade brasileira deve estar atenta para a necessidade de possuir forças armadas capazes, bem equipadas e bem treinadas. O poder dessas forças armadas não pode ser menor nem maior do que o Brasil precisa para manter-se soberano, continuar dono do seu patrimônio e poder transmitir ao mundo suas decisões. Elas também existem para dar condições aos nossos políticos de dizerem "não" a qualquer outro país, quando seus objetivos sejam contra os interesses do povo brasileiro
André Luis Novaes Miranda,
Ciência Hoje das Crianças 137, julho 2003
Tenente-Coronel de Infantaria,
Escola de Comando e Estado-Maior do Exército
http://www.geografiaparatodos.com.br/index.php?pag=sl8
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A epidemia que aterroriza o Brasil
Se tudo o que você sabe sobre crack se resume às imagens de consumo na Cracolândia do centro de São Paulo, prepare-se. O programa Repórter Record traz a público o mais completo dossiê já elaborado sobre a droga que destroi a vida de um milhão de famílias brasileiras, segundo autoridades policiais e de saúde.
Trata-se de um documento inédito na televisão brasileira, elaborado ao longo de seis meses, com a colaboração de 150 jornalistas de 20 afiliadas da Rede Record em todo o país.
Em São Paulo, nossos repórteres flagram uma internação involuntária. Só com uso da força - autorizado pela justiça - uma mãe conseguiu colocar o filho em tratamento. São imagens fortes, que revelam todos os tons de um drama que cresce sem parar em todo território nacional.
No Rio Grande do Sul, um registro sem precedentes na televisão brasileira: bebês que já nascem dependentes da droga e sofrem com crises de abstinência. E mais: um tratamento que acaba de chegar ao Brasil coloca frente a frente o usuário e seu maior pesadelo.
Você vai conhecer ainda as emocionantes histórias das mães de Pelotas. Trancar objetos valiosos no freezer, prender o filho em casa, entregá-lo para a polícia... Até que ponto os pais são capazes de chegar na tentativa de salvar os filhos do crack?
Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Brasília: jornalistas da Record revelam casos de dor, crime e sofrimento, ligados ao que especialistas já chamam de "a droga do século".
Muito mais que uma grande reportagem. Um pedido de socorro.
http://www.rederecord.com.br/programas/reporterrecord/materia.asp?id=262
Trata-se de um documento inédito na televisão brasileira, elaborado ao longo de seis meses, com a colaboração de 150 jornalistas de 20 afiliadas da Rede Record em todo o país.
Em São Paulo, nossos repórteres flagram uma internação involuntária. Só com uso da força - autorizado pela justiça - uma mãe conseguiu colocar o filho em tratamento. São imagens fortes, que revelam todos os tons de um drama que cresce sem parar em todo território nacional.
No Rio Grande do Sul, um registro sem precedentes na televisão brasileira: bebês que já nascem dependentes da droga e sofrem com crises de abstinência. E mais: um tratamento que acaba de chegar ao Brasil coloca frente a frente o usuário e seu maior pesadelo.
Você vai conhecer ainda as emocionantes histórias das mães de Pelotas. Trancar objetos valiosos no freezer, prender o filho em casa, entregá-lo para a polícia... Até que ponto os pais são capazes de chegar na tentativa de salvar os filhos do crack?
Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Brasília: jornalistas da Record revelam casos de dor, crime e sofrimento, ligados ao que especialistas já chamam de "a droga do século".
Muito mais que uma grande reportagem. Um pedido de socorro.
http://www.rederecord.com.br/programas/reporterrecord/materia.asp?id=262
terça-feira, 13 de abril de 2010
Escola não é lugar para celular
Nós os professores concordamos que escola não é lugar para celular, porque atrapalha a aula os alunos não utilizam o fone de ouvido e pertubam a aula com músicas não apropriada para o ambiente escolar. Quando Utilizam o fone, não prestam atenção na aula ignorando tudo ao seu redor.
Eles gravam as aulas ,tiram fotos até mesmo dos professores, acredito ser isto muito complicado.
A lei foi publicada e não esta sendo obedecida, recentemente as escolas receberam ,cartazes e colocamos na sala de aula. ESCOLA NÃO COMBINA COM CELULAR
O que você acha? opine
Foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14) a lei que proíbe o uso de celulares em salas de aula nas escolas públicas estaduais. O projeto dependia da sanção do governador Sérgio Cabral para virar lei.
O projeto, que foi proposto em abril de 2007, é de autoria do deputado João Pedro. A regulamentação da lei caberá ao Poder Executivo.
A intenção do deputado é acabar com a fofoca e o troca-troca de torpedos durante as aulas que, segundo ele, atrapalha o aprendizado e dispersa a atenção do professor e dos alunos. O projeto proíbe o uso inicialmente nas escolas estaduais, mas pode se estender também às escolas particulares.
"Conversei com alguns professores e me surpreendi com as inúmeras reclamações em relação ao uso do telefone celular pelos alunos. O projeto não visa proibir que os estudantes levem o aparelho para as escolas, afinal, os pais têm necessidade de monitorar os filhos principalmente por causa da violência.
Além disso, as escolas possuem telefone fixo que pode ser utilizado pelo aluno em caso de urgência ou necessidade. Isso sem falar nos telefones públicos ("orelhões"). A lei é para impedir que o telefone seja utilizado em sala de aula, durante o horário escolar, e visa garantir que o aluno fique 100% atento a aula. Escola é lugar para estudar", explica o deputado.
LEI n.° 4.734, de 04 de janeiro de 2008
O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, § 7.°, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida a disposição do § 5.° do artigo acima, promulga a Lei n.° 4.734, de 4 de janeiro de 2008, oriunda do Projeto de Lei n.° 1107, de 2007, de autoria da Senhora Vereadora Pastora Márcia Teixeira.
LEI n.° 4.734, de 04 de janeiro de 2008
Proíbe a utilização de telefone celular e outros em sala de aula.
Art. 1.° Fica proibido o uso de telefone celular, games, ipod, mp3, equipamento eletrônico e similar em sala de aula.
Parágrafo único. Quando a aula for aplicada fora da sala específica, aplica-se o princípio desta Lei.
Art. 2.° Fica compreendida como sala de aula todas as instituições de ensino, fundamental, médio e superior.
Art. 3.° Deverá ser fixado em local de acesso e nas dependências da instituição educacional, nas salas de aula e nos locais onde ocorrem aulas, placas indicando a proibição.
Parágrafo único. Na placa deverá constar o seguinte: "É PROIBIDO O USO DE APARELHO CELULAR E EQUIPAMENTO ELETRÔNICO DURANTE AS AULAS - LEI n.° 4.734, de 4 de janeiro de 2008"
Art. 4.° Em caso de menor de idade, deverão os pais serem comunicados pela direção do estabelecimento de ensino.
Art. 5.° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 04 de janeiro de 2008
Vereador ALOISIO FREITAS
D.O.RIO de 22.01.2008
FONTES PARA PESQUISA
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL400760-5606,00.html
http://jornaldoquintoanodamanha.blogspot.com/2010/03/escola-combina-com-celular.html
domingo, 11 de abril de 2010
Grupo encontra vulcões subaquáticos mais profundos já vistos
Os vulcões subaquáticos mais profundos já vistos foram encontrados por uma expedição britânica. As chaminés submarinas, como são conhecidas, localizam-se a 5.000 metros de profundidade, no mar do Caribe.
A descoberta foi feita por uma equipe do NOC (Centro Oceanográfico Nacional) do Reino Unido, usando um submarino robótico remotamente controlado. O robô localizou as finas torres de minério de cobre e ferro no fundo do mar, expelindo água e minerais a mais de 300ºC.
Esse tipo de vulcão submarino é conhecido há três décadas, mas a maioria deles se situa a 2.000 metros ou 3.000 metros de profundidade, informou o NOC em comunicado à imprensa.
As chaminés submarinas exercem fascínio sobre os cientistas porque a água fervente expelida por elas nutre colônias de criaturas que ninguém achava que pudessem viver em tal ambiente, como moluscos gigantes e vermes em forma de tubo.
Estudar esses organismos, chamados genericamente de extremófilos ("amigos do extremo"), pode ajudar a entender a vida marinha em outras partes do mundo e até a inferir hipóteses sobre a vida em outros planetas.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u719266.shtml
A descoberta foi feita por uma equipe do NOC (Centro Oceanográfico Nacional) do Reino Unido, usando um submarino robótico remotamente controlado. O robô localizou as finas torres de minério de cobre e ferro no fundo do mar, expelindo água e minerais a mais de 300ºC.
Esse tipo de vulcão submarino é conhecido há três décadas, mas a maioria deles se situa a 2.000 metros ou 3.000 metros de profundidade, informou o NOC em comunicado à imprensa.
As chaminés submarinas exercem fascínio sobre os cientistas porque a água fervente expelida por elas nutre colônias de criaturas que ninguém achava que pudessem viver em tal ambiente, como moluscos gigantes e vermes em forma de tubo.
Estudar esses organismos, chamados genericamente de extremófilos ("amigos do extremo"), pode ajudar a entender a vida marinha em outras partes do mundo e até a inferir hipóteses sobre a vida em outros planetas.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u719266.shtml
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